Que seria de um estudante do ensino superior sem a boémia? Seria como pensar em Toulouse Lautrec sem absinto e prostitutas.
Após voltar a mim, dei espaço à boémia académica, e na verdade encontrei felicidade nesta. Uma felicidade que não dura apenas o momento da moca por fumos mágicos ou por álcool, uma felicidade que dura o pós moca, as conversas interessantes, os amigos que se fazem, as pessoas que se conhecem e os verdadeiros que estão lá para nos segurar a cabeça e dar água com açúcar nos momentos menos bons da moca. Sim, todas as mocas deviam ser assim, dentro e fora da vida académica, mas parece haver um atilho invisível que nos torna mais unidos nesta micro-esfera sócio-cultural que é a Universidade.
Como dizem os meus companheiros do andamento "Eu quero é putas e vinho verde", bem eu, visto que sou mulher, digo:
Eu quero é gigalôs e vinho maduro!
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