Que posso eu dizer? E se eu dia destes eu desaparecer, será que alguém se lembra que eu existo ou existi?
Que inseguranças são estas "Hank Moody"? Caramba, que pedaço de gente sou eu. Talvez me sinta assim porque bem, vejamos, já atingi os meus objectivos. Cruzar a meta não sabe a vitória, ou pelo menos eu acreditava que tivesse um sabor doce o que não quer dizer que eu o sinta amargo. Mas que raio estou para aqui a queixar-me?!
Sinto-me miserável apenas por vencer sozinha e não poder partilha-lo com ninguém a não ser comigo mesma. O que talvez de certa forma consiga fazer da vitória uma derrota. Lição tomada, não existem vitórias a solo. Tenho verdadeiras saudades de ser abraçada :/
domingo, 13 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
A minha Vida dava um episódio de Californication
A minha vida anda uma desgraça, como de costume. Mas desta vez uma desgraça séria.
A minha vida dava literalmente um episódio de Californication, sinto-me um Hank Moody versão feminina, bah.
Primeiro uma ménage a trois com dois amigos que corre de uma forma pouco usual, depois, bem depois apanho uma surpresa da pessoa com quem já quero estar faz algum tempo, o problema é: são os três grandes amigos e têm os três namorada. Faz-me lembrar aquele episódio em que o maldito Hank anda envolvido num autêntico quadrado amoroso, bem, o meu medo é que se descubram.
A ménage foi feita sem pensar, queria um pouco de animação na minha vida amorosa pachorrenta e sem emoção do desejo. Bem foi engraçado.
Mas francamente faz-me pensar se não foi um erro tendo em conta que posteriormente a essa aventura bacanal foi-me dado o privilégio de passar uma noite apavorosamente deliciosa com a "Karen". Honestamente, é o que quero, uma "coisa" com "Karen" mas "ela" está com "Bill" e comigo foi apenas uma aventura de uma noite para a fuga da rotina caseira. Dam. Gostava de puder conceber uma solução, pois afinal contei a ménage a "Karen" que não pareceu importar-se mas queria a extravagância dos pormenores, o com quem. Menti, menti e arrependo-me de o ter feito. Odeio mentir, mas fi-lo para proteger não só a mim mas a eles também. Agora que penso nisso, talvez mais para proteger a mim visto que sou a única sem estatuto e com necessidade de protecção, se bem que não o sou porque dou a imagem de mulher forte de garra, sem necessidade de alguém ali, no backstage para me agarrar a mão quando estou a tremer de medo. É francamente tolo da minha parte, mas sempre fui assim, não é com 20 anos feitos que acredito que vá mudar.
Ando a trair os meus princípios vezes sem conta, sinto-me atraiçoada por mim mesma, bah, que estou para aqui a queixar-me, sou uma niilista e sou. Mas acredito que algumas coisas sejam menos correctas que outras e talvez seja isso que tanto me incomoda. O que me incomoda mais é o desejo pouco possível, de que "Karen" um dia lhe dê na telha e fuja comigo do próprio casamento, deixando para trás as aparências, o certo ou errado, o bem ou o mal. Para mim nada disto existe, mas eu sou eu, para a maioria das pessoas o seu modus vivendi é social, e sem isso sentem-se condenadas. Bem, afinal o impossível já aconteceu, a noite deliciosa. Agora é acreditar que o impossível é mais do que possível, é real. Basta lutar! Cada vez acredito mais no meu lema de vida: Veni, Vidi, Vici. No entanto mantenho-me euforicamente céptica, ver para crer.
A minha vida dava literalmente um episódio de Californication, sinto-me um Hank Moody versão feminina, bah.
Primeiro uma ménage a trois com dois amigos que corre de uma forma pouco usual, depois, bem depois apanho uma surpresa da pessoa com quem já quero estar faz algum tempo, o problema é: são os três grandes amigos e têm os três namorada. Faz-me lembrar aquele episódio em que o maldito Hank anda envolvido num autêntico quadrado amoroso, bem, o meu medo é que se descubram.
A ménage foi feita sem pensar, queria um pouco de animação na minha vida amorosa pachorrenta e sem emoção do desejo. Bem foi engraçado.
Mas francamente faz-me pensar se não foi um erro tendo em conta que posteriormente a essa aventura bacanal foi-me dado o privilégio de passar uma noite apavorosamente deliciosa com a "Karen". Honestamente, é o que quero, uma "coisa" com "Karen" mas "ela" está com "Bill" e comigo foi apenas uma aventura de uma noite para a fuga da rotina caseira. Dam. Gostava de puder conceber uma solução, pois afinal contei a ménage a "Karen" que não pareceu importar-se mas queria a extravagância dos pormenores, o com quem. Menti, menti e arrependo-me de o ter feito. Odeio mentir, mas fi-lo para proteger não só a mim mas a eles também. Agora que penso nisso, talvez mais para proteger a mim visto que sou a única sem estatuto e com necessidade de protecção, se bem que não o sou porque dou a imagem de mulher forte de garra, sem necessidade de alguém ali, no backstage para me agarrar a mão quando estou a tremer de medo. É francamente tolo da minha parte, mas sempre fui assim, não é com 20 anos feitos que acredito que vá mudar.
Ando a trair os meus princípios vezes sem conta, sinto-me atraiçoada por mim mesma, bah, que estou para aqui a queixar-me, sou uma niilista e sou. Mas acredito que algumas coisas sejam menos correctas que outras e talvez seja isso que tanto me incomoda. O que me incomoda mais é o desejo pouco possível, de que "Karen" um dia lhe dê na telha e fuja comigo do próprio casamento, deixando para trás as aparências, o certo ou errado, o bem ou o mal. Para mim nada disto existe, mas eu sou eu, para a maioria das pessoas o seu modus vivendi é social, e sem isso sentem-se condenadas. Bem, afinal o impossível já aconteceu, a noite deliciosa. Agora é acreditar que o impossível é mais do que possível, é real. Basta lutar! Cada vez acredito mais no meu lema de vida: Veni, Vidi, Vici. No entanto mantenho-me euforicamente céptica, ver para crer.
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